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Bafici 2021 divulga premiados e contempla o Brasil em duas competições

Publicado em 28/03/21 às 11h39

Aconteceu neste sábado (27) a divulgação dos prêmios da 22ª edição do BAFICI, que neste ano aconteceu num formato híbrido de sessões presenciais e uma programação online.
 
Na competição internacional, o grande vencedor foi o curta Mi última aventura, dos argentinos Ezequiel Salinas e Ramiro Sonzini. Ficou para Implosión, de Javier Van der Couter, a principal premiação da competição argentina.
Na competição americana, o grande prêmio foi para o mexicano Cosas que no hacemos, de Bruno Santamaría Raz, que focaliza o dilema de Ñoño, adolescente de 16 anos, para assumir sua vontade de vestir-se de mulher diante dos pais e da pequena comunidade rural onde mora, Nayarit. E o prêmio da Fipresci, que contemplou apenas títulos da competição americana, foi atribuído à coprodução uruguaio-argentina Directamente para video, de Emilio Silva Torres, que retrata os mitos em torno de Acto de violencia en uma joven periodista, primeiro vídeo uruguaio de ação, filmado em 1988 por Manuel Lamas e cercado, desde então, de mistérios e polêmicas.
 
O Brasil foi premiado duplamente: na competição americana, com prêmios para as atrizes Ayla Gresta (protagonista de Ainda Temos a Imensidão da Noite, de Gustavo Galvão) e Simone Spoladore (O Livro dos Prazeres, de Marcela Lordy, uma adaptação do livro homônimo de Clarice Lispector que foi exibida na Mostra de S. Paulo 2020; e uma menção especial para o documentário O Amor Dentro da Câmera, de Jamille Fortunato e Lara Beck Belov, que retrata o longo casamento e parceria do cineasta Orlando Senna e da atriz e diretora Conceição Senna, na competição internacional.
 
Lista de vencedores:
 
Competição Americana
 
Melhor Atuação: Prêmio Ex Aequo para Ayla Gresta por Ainda Temos A Imensidão Da Noite, de Gustavo Galvão (Brasil / Alemanha); e para Simone Spoladore por O Livro Dos Prazeres, de Marcela Lordy (Brasil /Argentina)
 
Melhor Curta-Metragem: Blanes Esquina Müller, de Nicolás Botana (Uruguai)
 
Melhor Direção: Eduardo Giralt Brun e Emmanuel Massú por Los Plebes (México)
 
Menção Especial em Longa-Metragem: O Livro Dos Prazeres, de Marcela Lordy (Brasil / Argentina)
 
Melhor Longa-Metragem: Vacío, de Paul Venegas (Equador / Uruguai)
 
Grande Prêmio: Cosas Que No Hacemos, de Bruno Santamaría Razo (México)
 
Competição Argentina
 
Melhor Atuação: Ana Katz por Fabián Canta, de Diego Crespo
 
Melhor Curta-Metragem: Fabián Canta, de Diego Crespo, e Ob Scena, de Paloma Orlandini
 
Melhor Direção: Jonathan Perel por Responsabilidad Empresarial
 
Melhor Longa-Metragem: O que será do verão, de Ignacio Ceroi
 
Grande Prêmio: Implosión, de Javier Van De Couter (Argentina / Chile)
 
Competição Internacional
 
Menção especial em atuação: Amalia Ulman e Ale Ulman pelo trabalho no filme El Planeta, de Amalia Ulman (Espanha)
 
Melhor Atuação: Elisa Carricajo por Bahía Blanca, de Rodrigo Caprotti (Argentina)
 
Menção especial em curta-metragem: Hide, de Daniel Gray (França / Hungria / Canadá)
 
Melhor Curta Metragem: Catavento, de João Rosas (Portugal)
 
Melhor Direção: Amalia Ulman por El Planeta (Espanha)
 
Menção especial em longa-metragem: O Amor Dentro da Câmera, de Jamille Fortunato e Lara Beck Belov (Brasil)
 
Melhor Longa-Metragem: The Nose Or The Conspiracy Of Mavericks, de Andrei Khzhanovsky (Rússia)
 
Grande Prêmio: Mi Última Aventura, de Ezequiel Salinas e Ramiro Sonzini (Argentina)

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