Um tio quase perfeito 2

Ficha técnica


País


Sinopse

Depois de muita confusão para conquistar os sobrinhos, tio Tony agora é uma presença constante na vida deles. Porém, sente-se ameaçado quando sua irmã começa a namorar um sujeito descolado que logo ganha o amor das crianças.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

04/01/2021

Não há muita diferença entre o original e sua sequência. Um tio quase perfeito 2 segue exatamente o mesmo formato de sitcom, com o mesmo tipo de humor e estrutura. Marcus Majella interpreta tio Tony, um sujeito atrapalhado, que ajuda a irmã, Ângela (Letícia Isnardi), a cuidar dos filhos. Porém, quando ela decide se casar, ele vê no noivo, Beto (Danton Mello), um sujeito vegano, generoso e divertido, uma ameaça a lhe tirar o amor dos sobrinhos.
 
Novamente dirigida por Pedro Antonio, a comédia aposta em coisas simples para fácil identificação do público infantil, com suas piadas ingênuas – embora humor envolvendo flatulência já tenha perdido a graça faz tempo e não tenha muito de ingênuo. O roteiro, assinado por Leandro Muniz, Rodrigo Goulart e Sabrina Garcia, é bastante simples e previsível e, novamente, mais parece um piloto de programa de televisão do que um filme.
 
As crianças são o que há de melhor. Patricia (Jullia Svacinna), a mais velha, está ainda mais madura e cheia de projetos. João (João Barreto) agora tem um canal de vídeos na internet. E a caçula, Valentina (Sofia Barros), tornou-se ainda mais hiperativa. Eles se transformam no centro da disputa entre o tio e o namorado da mãe.
 
Tony se caracteriza por suas trapalhadas. Desta vez, para tentar separar a irmã de seu rival, que se mostra um homem perfeito. As peripécias do tio não são muito sagazes e, geralmente, não dão certo, trazendo-lhe algumas consequências até. Ana Lúcia Torre interpreta a mãe do protagonista e de Ângela, e traz um pouco de brilho a um filme que parece ter sido feito no piloto automático.

Alysson Oliveira


Trailer


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