Destruição Final: O Último Refúgio

Destruição Final: O Último Refúgio

Ficha técnica


País


Sinopse

John Garrity é um construtor e está cheio de problemas: sua família está ruindo e ele se afastando do filho pequeno. A ameaça da destruição do mundo, com a possibilidade de um cometa se chocar com o planeta, irá reaproximá-lo de sua família.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

16/11/2020

Filmes sobre apocalipse ganharam um novo sentido em 2020. Por mais que o cinema exagere no fim do mundo com caos e destruição, é impossível que certos elementos não ressoem com o presente pandêmico deste ano. A premissa de Destruição Final: O último refúgio é mais do que surrada: um cometa ameaça se chocar com a Terra e um homem precisa salvar sua família. Só em 1998, foram dois filmes com um cometa destruidor e, de lá para cá, mais algumas variações no gênero. Mas nada disso importa ao diretor e ex-dublê  Ric Roman Waugh.
 
Gerard Butler interpreta um construtor, John Garrity, que acabou de se separar da mulher (a brasileira Morena Baccarin) e está deprimido. Sua única razão de viver é o filho pequeno (Roger Dale Floyd). Durante a festa de aniversário do garoto, um cometa passa próximo demais da Terra, cujos fragmentos vêm em direção ao planeta, causando destruição, o que obriga a família a se unir novamente rumo a um abrigo militar.
 
Como John é especialista em construção de arranha-céus, ele é um dos escolhidos do governo norte-americano oara ter direito a uma vaga no bunker. Enquanto tenta chegar lá, pedaços do cometa atingem o planeta, destruindo cidades inteiras. Durante a fuga, ele se perde da mulher e do filho, que são resgatados por um casal estranho (David Denman e Hope Davis), que parece estar a caminho de um culto evangélico, enquanto o protagonista tenta reencontrá-los.
 
Escrito por Chris Sparling (Enterrado vivo), Destruição Final é um filme que cumpre exatamente o que promete, por isso, não é frustrante. Sua resolução é mais visível do que um cometa passando perto da Terra, mas, ainda assim, há algo de satisfatório aqui, porque não se quer enganar ninguém. Butler faz a variação do mesmo papel de sempre - mas alguém espera que ele faça algo diferente?

Alysson Oliveira


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