Cada um na sua casa

Cada um na sua casa

Ficha técnica

  • Nome: Cada um na sua casa
  • Nome Original: Home
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: EUA
  • Ano de produção: 2015
  • Gênero: Animação
  • Duração: 94 min
  • Classificação: Livre
  • Direção: Tim Johnson
  • Elenco:

País


Sinopse

Oh é um alienígena que faz parte de uma raça que invade a Terra. Como não é bem-visto por seus colegas, faz amizade com a terráquea Tip, para pôr fim à invasão.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

08/04/2015

Há algo muito errado em uma animação voltada à família quando uma raça alienígena invade a Terra e coloca os humanos em campos de concentração. Pior: a  única sobrevivente só faz amizade com o extraterrestre-protagonista porque ele não é bem-visto por sua espécie.   

Em linhas gerais, Cada um na sua Casa é até bem-humorado, sensível e mesmo ágil, se não fosse a mensagem que carrega. Na versão original em inglês, tem as vozes de Jim Parsons (Oh), Rihanna (Tip), Steve Martin (Smek) e Jennifer Lopez (Lucy), mas a maioria das cópias que circulam no Brasil são mesmo dubladas. Também há versão 3D.

Na história, Oh faz parte de uma raça alienígena que, acostumada com o auto-engano, invade planetas para “benefício de seus nativos”. Isso significa desalojá-los e enviá-los para qualquer lugar que não seja entre eles. Neste caso, a Austrália.

Na invasão, a humana adolescente Tip (cuja mãe, Lucy, foi sequestrada) fica pelo caminho. É quando conhece Oh, desajustado e, em linguagem corrente, “sem noção”, que foge de seus pares por ter enviado um convite de boas-vindas (open house) aos inimigos de sua raça.  A Terra pode ser conquistada, portanto, uma segunda vez graças a ele.

Embora não seja violenta, há uma agressividade passiva na animação. Repleta de conflitos, a fantasia pode gerar desconforto e tensão, por conta de uma certa margem de leviandade.

Tecnicamente bem-produzido pela DreamWorks, que carrega bastante na publicidade do filme,  Cada um na sua Casa mostra como uma invasão alienígena pode ser engraçada, mas não menos agressiva para o público infantil.    
 

Rodrigo Zavala


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Comentários:
  • 06/05/2015 - 17h39 - Por Hilza Que resenha horrorosa! Argumentação muito mal encaixada, parece que foi feita às pressas.
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