Garfield 3D - um super-heroi animal

Garfield 3D - um super-heroi animal

Ficha técnica

  • Nome: Garfield 3D - um super-heroi animal
  • Nome Original: Garfield's Pet Force 3D
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: EUA
  • Ano de produção: 2010
  • Gênero: Animação
  • Duração: 73 min
  • Classificação: Livre
  • Direção: Mark A. Z. Dippé
  • Elenco:

País


Sinopse

Enquanto Garfield devora cachorros-quentes, o mundo dos quadrinhos sofre uma reviravolta, quando o grande Garzooka, uma versão super-herói do protagonista, precisa recuperar uma arma que irá destruir seu planeta.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

27/10/2010

Invariavelmente, quando um filme de animação é produzido, é difícil precisar para qual faixa etária está voltado. Seria a da primeira infância ou a da pré-adolescência? Garfield 3D – Um Super-Herói Animal, é implicitamente direcionado a um público que não só desconhece o personagem principal, como prefere os movimentos na tela à história em si.
 
Apesar de também assinar o roteiro, Jim Davis, idealizador dos quadrinhos de Garfield, não faz nada além de mal representar sua criação em uma produção sem o charme (para os pais) ou interesse (para os filhos), que esta animação poderia ter.

Para piorar, a trama é confusa. Enquanto Garfield devora cachorros-quentes (aproveitando a ironia), o mundo dos quadrinhos (do desenho em projeção) sofre uma reviravolta, quando o grande Garzooka, uma versão super-herói do protagonista, precisa recuperar uma arma que irá destruir seu planeta. Do HQ, ele passa para o mundo dos desenhos (os personagens admitem que não estão no mundo real, mas sim em uma animação) para recuperar o artefato.
 
Quando os vilões dos quadrinhos também conseguem entrar no país dos desenhos, em especial a ambiciosa Vetvix, Garfield deve esquecer sua preguiça e seu gosto pelo ócio, para lutar contra a vilã. Afinal, salvando a si, protege também o mundo dos gibis que seus amigos tanto leem.

Garfield 3D – Um Super-Herói Animal não apresenta qualquer novidade, a não ser a de focar um público indefinido, entre a primeira infância (Teletubbies) e a pré-adolescência (Tá Chovendo Hambúrguer). Mas, não é fácil criar produtos para essa faixa etária, quando a experiência visual deve ser base de uma experiência lúdica. A produção, aqui, peca por desleixo com seu público.   

Rodrigo Zavala


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Comentários:
  • 03/11/2010 - 17h21 - Por Dani Odiei o filme, vi ontem com meu filho e achei muito cansativo. Não recomendo, horrível...
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