Ah... O amor

Ah... O amor

Ficha técnica


País


Sinopse

Um grupo de italianos buscam um novo amor, superarando as más lembranças de seus antigos parceiros.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

13/01/2010

Pelo visto, a Itália também sabe fazer comédias românticas com o padrão Globo Filmes. Ou seja, repleto de pessoas bonitas, ricas, vivendo dilemas amorosos num universo que parece ter saído de uma telenovela, sem qualquer densidade emocional. Enfim, um desfile de clichês falados, desta vez, em italiano.
 
O filme acompanha uma ciranda de amores e desamores de um grupo de pessoas em Roma. Alguns se conhecem, outros nem tanto. Entre eles estão um juiz (Silvio Orlando, de O Crocodilo), especialista em divórcios, cujo casamento não tem mais salvação – embora ele tente encontrar uma para todos os outros antes de proferir o divórcio. Sabiamente ele diz: “Todo divórcio começa com um casamento”.
 
Na tela desfilam separações e conciliações, descobertas e perdas. Um professor universitário passa a cuidar das filhas depois que sua ex-mulher morre num acidente, e se espanta quando as meninas contam que ela ainda gostava dele. Já uma mulher vai com o noivo à igreja marcar seu casamento e descobre que o padre é seu ex-namorado, o grande amor de sua vida.
 
Uma das histórias, inexplicavelmente, se passa em Paris. Uma moça, filha do juiz, tem um relacionamento sério com um jovem francês. Quando ela é transferida para a Austrália, o ciúme aflora e eles mal conseguem manter o relacionamento por telefone e internet.
 
Dirigido por Fausto Brizzi, Ah... O Amor faz lembrar Simplesmente Amor, carregando também na dose de sacarina, mas, sem o mínimo do charme e talento daquele elenco que trazia Emma Thompson e Hugh Grant. As histórias de amor são banais e bregas – coisas que as próprias novelas da Rede Globo já trataram de superar.

Alysson Oliveira


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