Strings

Ficha técnica

  • Nome: Strings
  • Nome Original: Strings
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: Inglaterra
  • Ano de produção: 2004
  • Gênero: Fantasia
  • Classificação: Livre
  • Direção:
  • Elenco:

País


Sinopse

Quando o rei de Hebelon se mata, o príncipe herdeiro pensa que se trata de um assassinato e é instigado a vingar a morte do pai, que pensa ter sido tramada pelos inimigos do reino. Porém, em sua jornada descobrirá o verdadeiro culpado e tentará livrar seu povo dessa dominação.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

27/03/2006

A produção dinamarquesa Strings clama ser o primeiro filme de longa metragem inteiramente estrelado por marionetes – honra que pode muito bem dividir com o hilário (e bem melhor) Team America: Detonando o Mundo, também de 2004, e também interpretado exclusivamente por títeres. Mas aqui, diferente do filme da turma do South Park, e mesmo de trabalhos como Os Thunderbirds, os bonecos não fingem serem humanos, mas são cientes de sua condição.

As marionetes são feitas de madeira e presas a fios que representam sua vida. Uma vez que a linha ligada à cabeça é cortada, eles morrem. Presume-se que nenhum dos cenários tenha teto, afinal, elas não conseguiriam entrar nos castelos, calabouços, cavernas e outros lugares onde a ação transcorre. A metafísica fantástica da história parece um cruzamento entre Tolkien e a saga Star Wars, e, por isso, nunca consegue dialogar com um público senão o seu específico. Afinal, as personagens têm nomes e atitudes new age, como Zerith, Erito e Eike.

O roteiro se apóia numa história confusa e sem graça, que tenta trazer algum charme num filme que teria rendido um bom curta. Tudo começa com o jovem príncipe de Hebelon Hal que decide investigar a misteriosa morte de seu pai antes de herdar o trono. Ele recebe uma pista de que os culpados são os guerreiros Zeriths e vai averiguar. Já a irmã dele, Jhinna, fica em Hebelon e passa a correr risco de vida devido a um plano armado por traidores.

O uso das marionetes serve não apenas como uma diversão nostálgica, mas também para acentuar o caráter new age da história que alega, literal e metaforicamente, que estamos todos conectados. O filme acaba se revelando lento demais para o público infanto-juvenil, e pretensioso demais para os adultos que buscam diversão ou apenas bom cinema.

Alysson Oliveira


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