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"Coringa" vence Leão de Ouro em Veneza, com prêmios paralelos para brasileiros

Publicado em 07/09/19 às 18h28

Coringa, filme de Todd Phillips, venceu o Leão de Ouro no 76o. Festival de Veneza, consagrando a interpretação de Joaquin Phoenix no papel-título, numa história que revê as origens do arquiinimigo de Batman.
 
J’Accuse, de Roman Polanski, que revisita a história do capitão Dreyfuss (Louis Garrel), um dos mais famosos casos de injustiça judicial da história da França, venceu o Grande Prêmio do Júri e também o prêmio FIPRESCI, concedido por um júri da Federação Internacional dos Críticos.
 
O Leão de Prata de direção ficou para o sueco Roy Andersson, por seu filme About Endlessness. Andersson já havia vencido um Leão de Ouro em 2014, por Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência.
 
Um Prêmio Especial do Júri foi dado a La Mafia non è più quella di una volta, de Franco Maresco.
 
A Copa Volpi de melhor ator foi entregue a Luca Marinelli por seu trabalho no filme Martin Eden, de Pietro Marcello, num filme inspirado na obra do escritor norte-americano Jack London.
 
A Copa Volpi de melhior atriz ficou para a francesa Ariane Ascaride por Gloria Mundi, de Robert Guédiguian.
 
O melhor roteiro foi para a animação vinda de Hong Kong No. 7 Cherry Lane, de Ji Yuan Qi Hao. O troféu Marcello Mastroianni, que consagra um novo talento, foi para Toby Wallace, de Babyteeth, de Shannon Murphy.
 
Brasil nas paralelas
 
O documentário brasileiro Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Barbara Paz, venceu o prêmio de melhor documentário sobre cinema na mostra Venice Classics e também o Bisato d’Oro, concedido pela crítica independente.
 
Além disso, A Linha, de Ricardo Laganaro, produção em realidade virtual, recebeu o prêmio de melhor experiência imersiva. O filme tem narração do ator Rodrigo Santoro. 

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