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Cineasta cambodjano Rithy Pahn preside júri do Caméra d'Or em Cannes

Publicado em 07/05/19 às 14h17

O cineasta cambodjano Rithy Pahn será o presidente do júri da Caméra d’Or, que destaca o melhor filme entre os dirigidos por novatos apresentado nas diversas seções do Festival de Cannes.
 
Cambodjano cuja obra é um retrato vivo dos efeitos do genocídio promovido pelo Khmer Vermelho em seu país, Pahn foi descoberto por Cannes já em seu filme de estreia, Condenados à esperança, que competiu à Palma de Ouro em 1994. Posteriormente, ele volta ao festival, fora de competição, com S-21 - A máquina de morte do Khmer Vermelho (2003) e Os artistas do teatro queimado (2005).
 
Com A Imagem que Falta, ele retorna para ganhar o prêmio da seção Un Certain Regard em 2013 - o filme também foi o primeiro título cambodjano a concorrer ao Oscar de filme estrangeiro. Suas obras mais recentes são Exil (2016) e Túmulos sem nome (2018).
 
Os demais integrantes do júri do Caméra d’Or, todos franceses, são: Alice Diop (representante da Sociedade dos Realizadores de Filmes), Sandrine Marques (representante do SFCC - Sindicato dos Críticos), Benoît Delhomme (representante da AFC - Associação dos Diretores de Fotografia) e Nicolas Naegelen (representante da FICAM - indústria técnica).
 
O Festival de Cannes acontece entre 14 e 25 de maio.


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