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Premiações paralelas destacam sul-coreano "Burning" e libanês "Capharnaüm"

Publicado em 19/05/18 às 12h15

Cannes - Foram divulgados agora à tarde (19) os prêmios da Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema) e também do júri ecumênico.
 
Os prêmios Fipresci foram atribuídos aos longas Burning, de Lee Chang-dong (Coreia do Sul), na competição principal; Girl, de Lukas Dhont (Suécia), da seção Un Certain Regard; e o drama húngaro Egy Nap (One Day), da estreante Zsófia Szilàgyi (Semana da Crítica). O júri Fipresci, presidido pelo crítico francês Michel Ciment, foi integrado também por Neusa Barbosa (Brasil), Pamela Biénzobas (Chile), Joost Broeren (Holanda), Houda Ibrahim (França), Elli Mastorou (Bélgica), Jenni Zylka (Alemanha), e Rita Di Santo e Richard Mowe, ambos da Inglaterra.
 
Os prêmios ecumênicos foram divididos entre dois longas: o norte-americano BlacKkKlansman, de Spike Lee ganhou menção especial e o Prêmio principal ficou para o drama libanês Capharnaüm, de Nadine Labaki. O júri desta seção, presidido pela portuguesa Inês Mendes Gil, foi integrado também por Richard Leonard (Austrália), AlainLe Goanvic (França), Robert K. Johnston (EUA), Thomas Schüpsach (Suíça) e Pierre-Auguste Henry (França).
 
Queer prize para curta brasileiro
Outra premiação paralela, o Queer Palm Prize, foi vencido pelo curta brasileiro O Órfão, de Carolina Markowicz, selecionado na Quinzena dos Realizadores. O enredo conta a história de um garoto (Kauan Alvarenga) que é rejeitado na adoção por ser "diferente". 

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