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Cannes Classics destaca título sobre pioneira do cinema Alice Guy-Blaché

Publicado em 23/04/18 às 15h21

A seção Cannes Classics, que seleciona anualmente uma série de filmes restaurados de todo o mundo, este ano destacará duas mulheres de grande importância no cinema, a pioneira francesa Alice Guy-Blaché, primeira mulher diretora, produtora e dirigente de estúdio da história do cinema, e a atriz norte-americana Jane Fonda, conhecida tanto por seu talento nas telas como por sua militância política e social fora delas. As duas serão lembradas, respectivamente, nos documentários Be Natural: The Untold Story of Alice Guy-Blaché , de Pamela Green (EUA), e Jane Fonda in Five Acts, de Susan Lacy (EUA).
 
Além disso, a seção exibirá uma sessão especial de 2001 – Uma Odisséia no Espaço – que está completando 50 anos – em formato 70mm, um ensaio de Mark Cousins sobre Orson Welles (The eyes of Orson Welles), um tributo da cineasta alemã Margarethe von Trotta ao centenário de Ingmar Bergman Searching for Ingmar Bergman) – que incluirá também uma sessão de O sétimo selo, do cineasta sueco, e outro filme sobre ele, Bergman – a year in the life, da sueca Jane Magnusson), La hora de los hornos (68), do argentino Fernando Solanas, e Cinq et la peau, de Pierre Rissient (1982), entre vários outros títulos restaurados e voltando à circulação.
 
Abaixo, outros títulos da seleção:
 
 
Battement de cœur, de Henri Decoin (1939, França)
 
Ladri di biciclette, de Vittorio De Sica (1948, Itália)
 
Enamorada, de Emilio Fernández (1946, México)
 
Era uma vez em Tóquio, de Yasujiro Ozu (1953, Japão)
 
Um corpo que cai, de Alfred Hitchcock (1958, EUA)
 
Se meu apartamento falasse, de Billy Wilder (1960, EUA)
 
Démanty noci (Diamonds of the Night / Les Diamants de la nuit), de Jan Němec (1964, República Tcheca)
 
Voyna i mir. Film I. Andrei Bolkonsky (War and Peace. Film I. Andrei Bolkonsky / Guerre et paix. Film I. Andrei Bolkonsky), de Sergey Bondarchuk (1965, Rússia)
 
A Religiosa, de Jacques Rivette (1965, França)
 
Četri balti krekli (Four White Shirts / Quatre Chemises blanches), de Rolands Kalnins (1967, Latvia)
 
La Hora de los hornos, de Fernando Solanas (1968, Argentina)
 
O Especialista – O Vingador de Tombstone, de Sergio Corbucci (1969, França, Itália, Alemanha)
 
João a faca e o rio, de George Sluizer (1971, Holanda)
 
Coup pour coup, de Marin Karmitz (1972, França)
 
L'une chante, l'autre pas, de Agnès Varda (1977, França)
 
Grease, de Randal Kleiser (1978, EUA)
 
Fad,jal (Grand-père, raconte-nous), de Safi Faye (1979, Senegal, França)
 
A Ilha dos Amores, de Paulo Rocha (1982, Portugal, Japão)
 
Bagdad Café, de Percy Adlon (1987, Alemanha)
 
Imensidão Azul, deLuc Besson (1988, França, EUA, Itália)
 
Conduzindo Miss Daisy, de  Bruce Beresford (1989, EUA)
 
Cyrano de Bergerac, de Jean-Paul Rappeneau (1990, França)
 
Hyenas (Hyènes), de Djibril Diop Mambety (1992, Senegal, França, Suíça) – precedido pelo curta TheLamb (La Lutte sénégalaise), de Paulin Soumanou Vieyra (1963, 18 min, Senegal)  
 
O Destino, de Youssef Chahine (1997, Egito, França)
(O filme será exibido na praia, no Cinéma de la Plage)

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