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Patricio Guzmán em mostra, livro e workshop em outubro em S. Paulo

Publicado em 27/09/17 às 16h24

De 5 a 18 de outubro, São Paulo receberá a mostra de cinema Paixão de Memória, com o cineasta Patricio Guzmán, chileno conhecido por filmes como Nostalgia da Luz, O Botão de Pérola, Salvador Allende e a trilogia A Batalha do Chile. No evento, Guzmán ministrará um workshop e lançará seu mais recente livro, Filmar o que não se vê, uma obra sobre documentários, no CineSesc.
 
Na mostra de cinema, na Caixa Belas Artes, serão exibidos 11 títulos do autor e um filme sobre sua trajetória cinematográfica. Entre os títulos estarão: Nostalgia da Luz; Chile, a Memória Obstinada; O Caso Pinochet; O Botão de Pérola;  Salvador Allende; A Cruz do Sul; Em Nome de Deus e  Meu Júlio Verne, todos com direção de Patricio Guzmán. Professores, críticos e jornalistas também vão participar da mostra de cinema em sessões de conversa com o diretor abertas ao público.
 
A programação completa da Mostra Paixão de Memória pode ser consultada pelo link: http://paixaodememoria.org.br/programacao/lista/.
 
Patricio Guzmán
 
O chileno é um dos cineastas latino-americanos de maior renome internacional, consagrado com diversos prêmios de crítica e público nos principais festivais de cinema. Viveu em Cuba, Espanha e hoje mora na França. Seis de seus filmes tiveram estreia no Festival de Cannes. As obras de Guzmán são o espelho dos últimos 40 anos de história do Chile e permitem uma análise crítica dos principais recursos narrativos de sua cinematografia autoral, já que revelam seus processos criativos e sua evolução artística. Guzmán é presidente e fundador do Festival de Documentários de Santiago, FIDOCS. Retrospectivas recentes de sua obra aconteceram no British FilmInstitute e no FilmArchive de Harvard.
 
Instituto Vladimir Herzog        
 
Criado em 25 de junho de 2009, o Instituto Vladimir Herzog tem a missão de contribuir para a reflexão e produção de informações que garantam o direito à vida e o direito à justiça. Sua fundação se inspirou na trajetória de vida do jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 1975 pela ditadura, bem como nos principais valores ligados a essa trajetória: democracia, liberdade de expressão e direitos humanos. Tendo como bandeira a frase de Herzog “Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos com as atrocidades praticadas contra outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados”, o Instituto é uma organização sem fins lucrativos, com neutralidade político-partidária. Mais informações podem ser encontradas no endereço www.vladimirherzog.org.

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