007 - Um Novo Dia para Morrer

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Crítica Cineweb

15/01/2003

Quer um bom motivo para assistir ao novo 007? Ele tem 1,73 m e atende pelo nome de Halle Maria Berry, a atração mais aguardada neste 20º filme da série milionária que já teve Sean Connery no papel do espião-galã e hoje se vira como pode com Pierce Brosnan.

O filme estreou bem nos Estados Unidos e tem tudo para fazer boa figura também no Brasil. Além de Halle Berry, os fãs podem contar com Madonna fazendo uma ponta, carros maravilhosos e engenhocas que se transformam em armas poderosas.

Desta vez, os vilões do filme são militares da Coréia do Norte que, coincidentemente com a vida real, voltam a tirar o sono do Ocidente. Hoje os norte-coreanos desenvolvem um programa nuclear à revelia dos Estados Unidos e, no filme, são responsáveis pela criação de uma arma capaz de derreter a calota polar, com raios emitidos de um satélite em órbita da Terra.

James Bond começa sua missão em grande estilo, entrando em território norte-coreano sobre uma prancha de surfe. Não demora muito para que sua identidade seja descoberta e acabe prisioneiro. Depois de um longo período de tortura, consegue a liberdade ao ser trocado por um agente norte-coreano preso na Inglaterra.

Em Londres, é internado num hospital. Abatido pelo fiasco de sua missão, decide agir por conta própria para trazer de volta o espião pelo qual foi trocado. Em busca de informações, passa por Havana (a eterna vilã dos tempos de Guerra Fria, nunca esquecida pelos roteiristas de Hollywood) onde conhece Jinx (Halle Berry), uma bela e misteriosa mulher, que voltará a cruzar o seu caminho no futuro. A entrada em cena de Halle Berry, saindo do mar num biquíni estilo anos 60, é uma homenagem a outra musa dos tempos áureos de James Bond, Ursula Andress.

Enquanto Xuxa usa seu carisma para vender biscoitos, roupas e cursos de inglês em seu último filme, o charmoso espião criado por Ian Flemming testa carros e usa relógios que também já estão sendo consumidos no mercado, na carona do lançamento mundial do filme.

É um James Bond igual aos outros, com a dose certa de erotismo, aventura e violência, feito para os fãs do gênero. Mas, ao contrário dos anteriores, tem Halle Berry que, por si só, já torna o filme um clássico da série.

Cineweb-10/1/2003

Luiz Vita


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