Minha irmã de Paris

Ficha técnica


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País


Sinopse

Julie é uma atriz que se sente pressionada por conta da idade, e decide fazer uma intervenção plástica no rosto. Quando seu rosto fica alterado, ela tem a ideia de chamar uma sósia para a substituir temporariamente no trabalho que iria filmar.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

17/12/2019

Minha irmã de Paris é uma espécie de comédia melancólica sobre o peso do envelhecimento que recai em uma atriz de sucesso, Julie, interpretada por Mathilde Seigner. O filme pode não ser muito engraçado, mas é certeiro em sua crítica à indústria cinematográfica cada vez mais ávida por juventude, deixando de lado talentos veteranos porque não têm mais a mesma beleza da juventude.
 
Com roteiro e direção de Anne Giafferi, o longa começa com Julie fazendo uma intervenção plástica no rosto para rejuvenescer para um trabalho. Porém, o resultado não sai como o esperado, e ela ficará com as feições estranhas por algum tempo. Para não perder a oportunidade, no entanto, ela se lembra de uma antiga fã, Laurette (Seigner também), que é idêntica a ela. A saída é contratar a mulher para substituí-la em segredo.
 
A estratégia gera algumas situações cômicas, visto que Laurette não é do mundo cinematográfico e no set de filmagens tudo é novidade e estranhamento para ela. A situação, no entanto, obviamente irá mudar a sua vida e a da sósia, que, mais logo se descobre, é uma irmã gêmea. 
 
Minha irmã de Paris é um filme com sensibilidade, especialmente para tocar em um assunto que raramente indústria do cinema gosta de tratar: seus próprios defeitos, no caso, a discriminação etária. Poderia, obviamente, ser mais ácido e incisivo, mas só pela diretora Giafferi não se esquivar de tratar da questão com honestidade nem encontrar saídas mirabolantes já é um grande feito. 

Alysson Oliveira


Trailer


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