O homem que matou Dom Quixote

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Sinopse

Cineasta que se desviou para a publicidade reencontra o ator que fez o papel de Dom Quixote em seu filme de formatura da faculdade - só que este pirou e nunca mais saiu do personagem criado por Miguel de Cervantes.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

23/05/2019

Depois de levar 25 anos para ser produzido, sofriendo diversos percalços de produção, a morte de dois atores (Jean Rochefort e John Hurt) e a última dificuldade, uma tentativa de embargo por parte do produtor português Paulo Branco (que procurou impedir sua exibição no encerramento do Festival de Cannes 2018), o filme de Terry Gilliam mostra, infelizmente, sinais de toda essa turbulência.

A aventura deflagrada quando um cineasta que passou à publicidade (Adam Driver) reencontra o intérprete de D. Quixote que ele escalou, anos atrás, em seu filme de formatura (Jonathan Pryce), um ex-sapateiro que entrou na pele de seu personagem e nunca mais saiu, é um tanto excêntrica, para dizer o mínimo.

A maneira como se coloca o cineasta entrando na pele de Sancho Pança e vivendo peripécias descabeladas com seu Quixote, numa trama que inclui um mafioso russo, uma bela garota e um tipo de humor que às vezes parece um tanto pastelão, não atinge o tom de comédia pretendido. O homem que matou Dom Quixote entra na história do cinema, no entanto, como um dos processos de produção mais confusos de todos os tempos. Terry Gilliam quase morreu disso. 

Neusa Barbosa


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