Rindo à toa - Humor sem limites

Ficha técnica

  • Nome: Rindo à toa - Humor sem limites
  • Nome Original: Rindo à toa - Humor sem limites
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: Brasil
  • Ano de produção: 2018
  • Gênero: Documentário
  • Duração: 102 min
  • Classificação: 14 anos
  • Direção: Claudio Manoel, Alvaro Campos, Alê Braga
  • Elenco:

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Sinopse

Sequência do documentário Tá rindo de quê? – Humor e ditadura, que agora investiga o humor no Brasil da pós-ditadura, desde meados dos anos de 1980, até o presente, com o televisivo Sai de baixo. O longa conta com entrevista com figuras-chave, como Marisa Orth, os membros do Casseta e Planeta, Regina Casé, Miguel Falabella, entre outros.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

09/11/2018

O documentário Rindo à toa - Humor sem limites, do trio Cláudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga é a sequência direta de Tá rindo de quê? – Humor e ditadura, acompanhando o humor nacional a partir de meados dos anos de 1980, com o fim da ditadura militar. O filme segue o mesmo padrão do anterior, trazendo novamente os mesmos acertos e equívocos.
 
O que mais chama a atenção é ser um vigoroso panorama de uma época, cobrindo teatro, televisão, jornalismo e música, com dezenas de entrevistas que resgatam uma época e figuras de destaque. Há um claro diálogo entre as entrevistas atuais e as imagens de arquivo, mostrando – especialmente para as novas gerações – como uma fatia da cultura nacional lidou com o fim (embora não completo) da censura.
 
Há, evidentemente, um destaque à trupe do Casseta e Planeta, e o foco maior realmente, aqui, é a televisão e programas como Olhar eletrônico, Armação Ilimitada, TV Pirata e Sai de baixo – talvez isso tenha a ver com o fato de o filme ser produzido pelo canal GNT e contar com amplo acesso aos arquivos da Globo. Da emissora, aliás, novamente estão Daniel Filho e José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, que pontuam o documentário com depoimentos que transitam entre o tom analítico e um tanto didático.
 
Por outro lado, figuras como Miguel Falabella e Marisa Orth – ambos falando especialmente do Sai de baixo, e ela também de sua banda paulistana dos anos de 1980, a Vexame – jogam uma luz bem-vinda na questão. É ela quem faz os comentários mais lúcidos do documentário e lembra do papel crítico do humor. Mas o filme termina um tanto apressado quando se propõe a entrar numa discussão bastante complexa, que, em si, daria uma outra produção: a relação entre o humor e o politicamente correto, mediada pela liberdade de expressão.

Alysson Oliveira


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