Os invisíveis

Ficha técnica


Avaliação do leitor

PéssimoRuimRegularBomÓtimo 0 votos

Vote aqui


Locais de filmagem


Sinopse

Berlim, fevereiro de 1943. Os nazistas declaram a capital do Reich "livre de judeus". Naquele momento, 7.000 judeus conseguiram se esconder dos olhos dos perseguidores. Destes, perto de 1.700 sobreviveram aos horrores da guerra em Berlim. Esta é a história de quatro deles.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

26/09/2018

Drama dirigido pelo estreante alemão Claus Räfle mistura entrevistas documentais com a representação ficcional da história de quatro jovens judeus alemães que, durante o auge da perseguição aos judeus, conseguiram viver clandestinos.
 
Em junho de 1943, o governo nazista declara Berlim livre de judeus. Acredita que conseguiu identificar e transferir para os campos de concentração todos os residentes não-arianos da cidade. Mas milhares de pessoas não se entregaram e passaram a viver “invisíveis” em Berlim. 
 
Usavam documentos falsos e evitavam sair às ruas durante o dia e se escondiam onde encontravam abrigo, até mesmo em casas de alemães que não simpatizavam com os nazistas e os acolhiam, mesmo correndo risco de vida. Alguns judeus trabalhavam no mercado negro, enquanto outros se engajavam na luta da Resistência.
 
Nem todos conseguiram escapar, mas a história de quatro jovens que conseguiram sair ilesos da perseguição é exemplar de como foi viver aqueles anos de terror. A história de cada um deles é contada pelo próprio sobrevivente e, em seguida, dramatizada por atores. Algumas cenas de Berlim destruída pelos bombardeios aliados são de registros históricos.
 
Hanni Lévy, uma órfã de 17 anos, tinge o cabelo de loiro e sai à noite para ir ao cinema, enfrentando o risco de ser desmascarada. Cioma Schönhaus é um estudante de arte que usa seu talento para falsificar documentos que ajudarão outros judeus a sair do país. Eugen Friede se alia aos guerrilheiros da Resistência e Ruth Arndt sonha em viver nos EUA.
 
Sabemos como a história termina, pois todos sobreviveram para contar suas história, mas o que mais nos interessa é acompanhar a vida clandestina de cada um deles e conhecer suas estratégias de sobrevivência. Em tempos sombrios, como os vividos aqui e no exterior, com o ressurgimento de movimentos neonazistas e fascistas, é educativo olhar para os erros do passado para que sirvam de antídoto às tentações das novas gerações.

Luiz Vita


Trailer


Deixe seu comentário:

Imagem de segurança