O predador

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Sinopse

Atirador de elite, o capitão Quinn McKenna é surpreendido pela chegada de uma nave alienígena, quando se encontrava numa missão no México. O alienígena é letal e gosta de caçar humanos. McKenna, no entanto, é posto num hospital psiquiátrico, pois as autoridades não querem que se saiba de nada. Ali ele vai encontrar um inusitado time para salvar a Terra.


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Crítica Cineweb

29/08/2018

Trinta e um anos depois de O Predador (1987), sucesso com Arnold Schwarzenegger, os personagens criados pela dupla Jim e John Thomas são atualizados numa nova ficção científica de ação que inclusive retoma o mesmo nome.
 
Desta vez dirigida por Shane Black, a aventura futurista tem um novo herói guerreiro, o atirador de elite Quinn McKenna (Boyd Holbrook), que se torna herói anti-alienígena por acaso. Ele cumpria uma missão de alto risco num sequestro em selvas mexicanas quando, de surpresa, testemunha a chegada de uma nave extraterrestre e tem um primeiro confronto com o temível alienígena que, como se recorda, gosta de caçar e tem sede de sangue humano.
 
Ter testemunhado o episódio, no entanto, coloca McKenna em maus lençóis, já que tudo o que o governo quer é manter a história em segredo. Por conta disso, ele é enviado para um hospital psiquiátrico para veteranos. Daí sai o time inusitado que dará combate ao alienígena – que está atrás de seus artefatos, que McKenna, secretamente, havia enviado pelo correio à sua própria casa. Isto coloca seu filho superdotado, Rory (Jacob Tremblay), tanto na mira do alien quanto na do serviço secreto e de uma outra empresa particular, liderada pelo ambíguo Traeger (Sterling K. Brown).
 
O roteiro assinado por Fred Drekker e Shane Black é fantasioso, evidentemente, mas mantém a adrenalina em movimento, criando incidentes com a trupe de soldados malucões, que se juntam a uma cientista, a dra Casey Brackett (Olivia Munn), e ao pequeno Rory. Certamente, há muita violência, o que parece ter sido a causa de a indicação etária do filme ter sido recomendada para 18 anos, ou 16 anos com autorização dos pais – e não os 14 anos pretendidos pela distribuidora do filme, que está recorrendo da decisão.
 
O fato é que o roteiro fornece reviravoltas – e alguns absurdos - em quantidade e não se esquiva de plantar, no final, os elementos para uma sequência – que depende, é claro, de este novo primeiro capítulo ser batizado com o sucesso nas bilheterias. Mas, se o que procura é entretenimento, o filme certamente entrega.

Neusa Barbosa


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