Homem-Formiga e a Vespa

Ficha técnica


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Locais de filmagem


Sinopse

Scott Lang, o Homem-Formiga, está de molho em casa, cumprindo os últimos dias de uma prisão domiciliar, causada por suas estripulias com o Capitão América. Mas ele é convocado para ajudar o dr. Hank e Hope, empenhados em recuperar sua amada Janet dos confins do Reino Quântico.


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Crítica Cineweb

20/06/2018

Dois anos depois de apresentado como o super-heroi mais low profile do Universo Marvel, o Homem-Formiga está de volta. Mas nunca estará sozinho na aventura Homem-Formiga e a Vespa, em que Scott Lang/Homem-Formiga (Paul Rudd) tem que lidar com vários desafios, o primeiro deles, como atuar em suas missões sem deixar o FBI perceber que ele está violando sua prisão domiciliar.
 
As estrepolias que o condenaram a esta situação, com direito a uma tornozeleira eletrônica, aconteceram no filme Capitão América: Guerra Civil (2016). Sem querer voltar muito a isso, este novo filme decola justamente no esforço descomunal de Scott para divertir sua filha Cassie (Abby Ryder Fortson) sem poder sair de quatro paredes. Com a ajuda de seu sócio, Luis (Michael Peña), até que ele se dá bem. Mas o sossego acaba quando ele tem que entrar em ação para ajudar Hope van Dyne (Evageline Lilly) e o dr. Hank Pym (Michael Douglas) na tentativa de resgatar sua amada mãe/esposa, Janet (Michelle Pfeiffer) da dimensão alternativa do Reino Quântico.
 
Aparentemente, Scott tem uma conexão psíquica com Janet, o que prova que ela não estaria morta, como se pensava. Por conta disso, Hope e Hank engolem velhos rancores em relação a Scott e ele vai vestir de novo seu uniforme de Homem-Formiga, encolhendo e crescendo quando precisa. Para que o FBI não note nada, enquanto correm os últimos dias de sua sentença domiciliar, alguns truques serão evidentemente aplicados.
 
O notável novo laboratório do dr. Hank atrai a atenção de diversos outros candidatos com más intenções, uns pretendendo ganhar muito dinheiro revendendo-o, aproveitando a notável capacidade de ser transformado numa prática malinha com rodinhas. Mas quem coloca mesmo adrenalina na história é a misteriosa Ava, a Fantasma (Hannah John-Kamen), capaz de atravessar paredes e outras façanhas e que também está de olho nesta tecnologia toda.
 
Eventualmente, tanto cientificismo pode cansar alguns, mas a trama é movimentada e procura  enfatizar as ligações familiares e afetivas – como a paixonite latente entre Scott e Hope - para aliviar o recurso aos jargões. Com esse ingrediente na fórmula, a história mostra-se se não genial, pelo menos divertida.

Neusa Barbosa


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