No olho do furacão

Ficha técnica


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Locais de filmagem


Sinopse

Um grupo de criminosos planeja roubar US$ 600 milhões do tesouro americano durante um furacão. Mas a violência do fenômeno não permite que o plano seja executado como foi imaginado.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

04/06/2018

Em No olho do furacão, o diretor Rob Cohen (Velozes e Furiosos, Triplo X) combina dos gêneros bem claros: filme de roubo e filme-catástrofe. O resultado, embora um tanto irregular, é inegavelmente divertido em seu exagero e falta de pé ou cabeça. É como se Onze homens e um segredo se juntasse com Twister e o resultado, por mais questionável que seja, garante bons 100 minutos de diversão completamente esquecível.
 
 O cenário é a ficcional Gulfport, ameaçada pela chegada iminente de um furacão poderoso, o que serve de motivação para um grupo de ladrões roubar US$ 600 milhões em dinheiro do depósito do Tesouro Americano. Os protagonistas são dois irmãos, que 25 anos antes, viram seu pai morrer durante o furacão Andrew. Agora, os rapazes cresceram, e Will (Toby Kebbell) se tornou um meteorologista, enquanto Breeze (Ryan Kwanten) é um mulherengo que herdou o negócio de reboques do pai.
 
A trama do roubo – que, a princípio não envolve os irmãos – é mirabolante e conta com um empregado corrupto do Tesouro (Ralph Ineson), uma dupla de hackers e uma torre de telefonia celular, entre outras coisas. Eventualmente, os dois grupos de personagens irão se encontrar, assim como o furacão, aqui chamado Tammy.
 
Cohen, que fez fama com filmes de ação, sabe como orquestrar o caos em alta velocidade e, obviamente, o longa vai chegar a esse ponto. Pouco ajuda, no entanto, o orçamento limitado e os efeitos pouco caprichados por conta disso. Algumas saídas, no entanto, são bem sacadas; como, para evitar o custo com figurantes, a cidade é evacuada logo no começo do filme. 

Alysson Oliveira


Trailer


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