A ópera de Paris

Ficha técnica

  • Nome: A ópera de Paris
  • Nome Original: L'Opéra
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: França
  • Ano de produção: 2017
  • Gênero: Documentário
  • Duração: 110 min
  • Classificação: Livre
  • Direção: Jean-Stéphane Bron
  • Elenco:

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Locais de filmagem


Sinopse

O diretor Jean-Stéphane Bron faz uma viagem inesquecível e imperdível ao coração da Ópera de Paris neste documentário que destaca os bastidores de um dos maiores símbolos da cultura francesa.


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Crítica Cineweb

21/11/2017

O diretor Jean-Stéphane Bron faz uma viagem inesquecível e imperdível ao coração da Opéra Bastille e do Palais Garnier neste documentário, que destaca os bastidores de um dos maiores símbolos da cultura francesa.
 
As imagens, filmadas ao longo de um ano e meio, durante a preparação das atrações da temporada de 2016, conduzem o espectador em uma visita guiada a uma verdadeira cidade, habitada em seus cenários e instalações por técnicos, atores, bailarinos, músicos, coreógrafos, maestros, operadores, funcionários da limpeza e até um touro de uma tonelada, que se torna protagonista de uma ópera. Se os efeitos em 3D nos filmes de ação aproximam personagens e cenários até quase colidir com os olhos do espectador, em A Ópera de Paris uma câmara invisível nos transporta diretamente para os locais onde a ação se desenvolve. Participamos de reuniões, ouvimos os cantores, acompanhamos o andamento da orquestra e sentimos a respiração ofegante dos bailarinos quando saem momentaneamente de cena e sentam-se nas coxias, exaustos, enquanto se recompõem para voltar à cena.
 
O diretor, que nunca havia assistido a uma apresentação de ópera, diz ter filmado uma utopia. O que parece também ter motivado o polêmico encenador italiano Romeo Castellucci a colocar no centro do palco um touro como protagonista de Moses und Aaron, a ópera inacabada de Arnold Schönberg.
 
Por mais difícil que seja a montagem de cada espetáculo, não há como deixar de se emocionar com o trabalho depois de realizado. Mesmo a tensão com ameaças de greve, negociações trabalhistas com os sindicatos ou críticas da imprensa não impedem que os projetos ganhem forma e superem as dificuldades iniciais. Tem sido assim desde a casa foi inaugurada, em 1989, para sediar a Ópera Nacional de Paris, e o documentário de Jean-Stéphane Bron indica que existe muita disposição para que esse trabalho prossiga.

Luiz Vita


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