Como se tornar um conquistador

Ficha técnica


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Sinopse

Depois de perder sua mulher americana rica, o mexicano Max sai à procura de outra que o sustente. Enquanto isso, se hospeda na casa da irmã, com quem não tinha contato há anos, e usa o sobrinho pequeno como isca para seduzir a avó de uma coleguinha dele.


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Crítica Cineweb

18/07/2017

Maximo (Eugenio Derbez) é um mexicano que vive nos EUA às custas de sua mulher mais velha e rica, Peggy (Renée Taylor), até que ela mesma o troca por um rapaz mais jovem (Michael Cera). Enquanto procura uma nova ricaça para o sustentar, ele tenta fazer as pazes com a irmã, Sara (Salma Hayek), que não via há anos, e ficar amigo do sobrinho, Hugo (Raphael Alejandro). Ela, no entanto, não quer saber dele.
 
Dirigido por Ken Marino – que estreia no cinema apoiado numa carreira de 10 anos como diretor de comédias televisivas –, Como se tornar um conquistador se aproveita da fama do mexicano Derbez nos EUA, onde seu Não Aceitamos Devoluções detém o recorde de maior bilheteria de um filme falado em espanhol. O longa recentemente ganhou um remake francês, Uma família de dois, protagonizado por Omar Sy.
 
Diferente, no entanto, do filme anterior, Como se tornar um conquistador não decide se quer ser um filme para a família ou uma comédia rasteira. Assim, transita entre um humor ingênuo e situações pretensamente emotivas e piadas baixas, envolvendo, entre outros motivos para gozação, uma mulher com os dois braços amputados.
 
Na sua busca por uma nova mulher, Maximo não poupa nem o sobrinho, que se torna isca para conquistar a avó de uma coleguinha de escola. A mulher é interpretada pela veterana Raquel Welch, que poderia muito bem passar sem esse filme no currículo. O longa todo é povoado por tipos esquisitos apenas para um suposto efeito cômico, que cansa já na segunda vez em que aparecem, como os irmãos feitos por Rob Huebel e Rob Riggle, ou a atendente de sorveteria de Kristen Bell.
 
Derbez é despojado o suficiente para transformar a si mesmo em motivos de piada. Não tem pudor, e isso, a princípio, é bom. Mas aqui serve apenas como desculpa esfarrapada para um humor de gosto duvidoso.

Alysson Oliveira


Trailer


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