Paro quando quero

Ficha técnica


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Locais de filmagem


Sinopse

Pietro tem 37 anos, é casado, mas não consegue estabilidade no emprego como professor universitário, assim como vários de seus amigos, que foram trabalhar como lavadores de pratos ou frentistas. Por intermédio de um aluno, descobre o sucesso das drogas sintéticas nas baladas e decide chamar os amigos para produzi-las.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

01/03/2017

Há boas ideias ao longo do argumento de Paro quando Quero, comédia do jovem diretor Sidney Sibilia que foi sucesso na Itália há quase 3 anos, arrecadando cerca de quatro milhões de euros.
 
Certamente uma das razões para este sucesso é que a história se comunica com muitos diplomados desempregados e subempregados, como os personagens que estão no centro desta trama amalucada. O protagonista é um professor e pesquisador de química, Pietro Zini (Edoardo Leo), que chegou aos 37 anos e não conseguiu ainda sua estabilidade profissional. Para piorar, seu contrato temporário foi cancelado na universidade, o que ele esconde de sua mulher, Giulia (Valeria Solarino, num papel bem infeliz e pessimamente escrito).
 
Por intermédio de um aluno, Zini descobre um amoral caminho das pedras – a produção de drogas sintéticas, montando uma linha de montagem com a ajuda de seus outros amigos diplomados e arruinados, como o químico Alberto (Stefano Fresi), que trabalha lavando pratos num restaurante, os latinistas Mattia (Valerio Aprea) e Giorgio (Lorenzo Lavia), frentistas de um posto, e o economista Bonelli (Libero De Rienzo), que aplica golpes no carteado.
 
Verdade que o roteiro, assinado por Sibilia, Valerio Attanasio e Andrea Garello), deve algo também à série Breaking Bad, mas deixemos isso de lado. Se tivesse mais ironia e leveza, o filme funcionaria melhor. Mas, nada disso. No geral, é uma sucessão de esquetes mal-alinhavados e grosseiros, que fazem chorar se a gente pensar muito nas boas e velhas comédias italianas, com Totò à frente. Enfim, o público de lá deve ter-se identificado com algumas situações ou com a crítica social implícita. Por aqui, difícil acreditar que o fenômeno se repetirá, mas boa sorte.

Neusa Barbosa


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