Hector

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Ficha técnica


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Sinopse

Hector foi um policial conhecido como Latrina, e alcoólatra. Agora, livre do vício e longe da corporação, quer ser pastor evangélico. Mas, para isso, precisa expiar todos os fantasmas do passado. Terceiro filme da Trilogia da Vida Real, que inclui "Insubordinados" e "Toro".


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

21/11/2016

Último filme da Trilogia da Vida Real, de Edu Felistoque, Hector, tem uma narração em off pomposa e com texto rebuscado. Logo numa das primeiras cenas, chama carro de "sofá-movel" e explica que para se andar de bicicleta é preciso estar equilibrado. De terno e gravata, o protagonista (Sergio Cavalcante) anda pelas ruas pregando sobre Deus e Jesus, convidando as pessoas para irem ao seu ministério.
 
Como parte da série, aqui protagonistas dos outros longas se tornam coadjuvantes, como Carlão (Rodrigo Brassoloto, protagonista de Toro) e Diana (Silvia Lourenço, protagonista de Insubordinados). Um flashback explica como o trio se conheceu. No presente, Hector e Carlão se reencontram pois o evangélico está obcecado com um caso que não resolveram, e, conforme diz quer se lavar para tornar-se um pastor digno de suas ovelhas. Ele se sente culpado pelas mortes que não pode evitar.
 
Como os outros filmes, Hector padece de uma música incessante e diálogos pouco naturais – embora tenha a trama mais interessante, contando com a boa interpretação de Cavalcante como o protagonista e Eucir de Souza, como um pastor. Mas as idas e vindas no tempo – contrastando o presente e o passado, quando Hector, na época conhecido como Latrina, tinha problemas com álcool – não ajudam muito no trabalho deles, nem na construção da narrativa, fazendo parecer que havia um quantidade de cenas já gravadas que precisavam ser usadas em algum lugar, para não jogar o trabalho fora.

Alysson Oliveira


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