Hitman - Agente 47

Ficha técnica


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Locais de filmagem


Sinopse

Criado a partir de uma experiência genética para criar assassinos eficientes e desumanizados, o Agente 47 precisa salvar a jovem Katia, filha do Dr. Litvenko, cientista responsável pelo programa Agentes, que passa a ser perseguida pela organização criminosa Sindicato.


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Crítica Cineweb

24/08/2015

Inspirado em um videogame de muito sucesso, que já foi a base do homônimo Hitman (em 2007), este reboot traz de volta aos cinemas o assassino de aluguel geneticamente projetado para matar. Insensível, cirurgicamente preciso e com o característico código de barras na nuca, tal como o terno preto com gravata vermelha, o novo Agente 47 (Rupert Friend) é tão eficiente que nem as leis da física, e a lógica, o fazem parar.     
 

Com direção assinada pelo polonês Aleksander Bach (seu primeiro longa), o anti-herói desta vez está em busca do Dr. Litvenko (Ciáran Hinds), cientista responsável pelo programa Agentes, que o criou, mas foi fechado depois que o geneticista se arrependeu de sua obra. Iniciativa que a poderosa organização criminosa Sindicato (sem qualquer relação com o a rede de malfeitores homônima de Missão Impossível – Nação Secreta) quer reiniciar.

A questão é que o tal doutor está desaparecido há anos e a única pessoa que pode encontrá-lo é a sua filha Katia (Hannah Ware). Curiosamente, a moça nem sabe quem ele é, mas como o pai era um cientista, ela esconde certos poderes (superaudição e visualização do futuro imediato, por exemplo), chaves para localizá-lo. 

Ao mesmo tempo em que 47 encontra Katia (para eliminá-la), John Smith (Zachary Quinto), um perito em luta, aparece para protegê-la. Isso até ela solucionar o mistério do pai, quando os papéis de vilão e herói são trocados. Uma mudança abrupta e confusa, que poderia ser mais bem resolvida.

Como filme de ação, as cenas de carnificina provocadas pelo agente e seus inimigos são eficientes, rápidas e bem coreografadas, como exige o gênero. Mas a narrativa carece de coerência, com situações e diálogos, se não pouco convincentes, clichês. E sem um roteiro eficaz para dar sustentação aos atores, não há com eles demonstrarem de forma convincente as nuances de seus personagens.

Para além da violência, Hitman – Agente 47 reflete, no fim, qual é a essência do ser humano e o que o forma. Mas a mensagem é posta de maneira tão superficial, que faz pouco sentido exaltá-la, como o filme faz, por outro lado, com Singapura, numa espécie de comercial turístico do país.

Rodrigo Zavala


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