O garoto da casa ao lado

O garoto da casa ao lado

Ficha técnica


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Sinopse

Claire é uma mulher madura, mãe de um filho adolescente, que está planejando divorciar-se do marido infiel. Muda-se para a casa ao lado da sua o jovem Noah. Atraente e prestativo, ele insinua-se na rotina de sua vida, tornando-se também amigo de seu filho. Mas o rapaz tem uma paixão doentia por Claire e vai transtornar sua vida.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

25/03/2015

Dirigido pelo experiente diretor e produtor Rob Cohen (do primeiro Velozes e Furiosos), este suspense com pitada erótica revela-se não só uma decepção, como um imenso desperdício – do tempo e do eventual talento de todos os envolvidos.
 
Supostamente, o roteiro da estreante Barbara Curry – que tem no currículo alguns anos de experiência como advogada e procuradora na área criminal – tem potencial para ser realista. Mas, a cada imagem, essa possibilidade se apaga, já que o desenrolar das situações é uma progressão de absurdos.
 
A bela Jennifer Lopez interpreta Claire Peterson, uma professora de literatura clássica, mãe de um filho adolescente, Kevin (Ian Nelson), cujo casamento está por um fio, devido às infidelidades do marido (John Corbett).
 
Os dois estão separados, mas o marido ronda, querendo reconciliação, com o apoio do filho. Nesse contexto, muda-se para a casa ao lado da de Claire um jovem bonito e fortão – outro clichê, num filme soterrado por eles -, Noah (Ryan Guzman). Um erro de casting, já que o ator, prestes a completar 28 anos, não tem como passar por adolescente, 10 anos mais novo...
 
A princípio, ele parece caído do céu. Gentil e prestativo, ele até se torna amigo de Kevin, que está sendo atormentado pelos valentões da escola. Logo, ele se insinua junto a Claire, que não é indiferente a seus encantos.
Sem querer entregar a história, o desenrolar dos fatos progride rumo à revelação de um perfil cada vez mais perturbado de Noah e da entrada de Claire numa espiral de medo e culpa. Aliás, este é um dos horrores do filme: seu mergulho numa vertente moralista, como tantos outros produzidos por Hollywood. Não era preciso mais um.
 
Mesmo sem entrar em detalhes, é bom avisar: a violência da sequência final beira o trash. 

Neusa Barbosa


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