Cuba Libre

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País


Sinopse

A transexual Phedra de Córdoba (do grupo de teatro Satyros) deixou sua terra natal, Cuba, há 53 anos, o documentário acompanha o seu retorno à ilha, e faz um retrato dos direitos LGBT no país.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

15/09/2014

Figura conhecida e adorada do cenário teatral de São Paulo, a atriz transexual Phedra D. Córdoba volta à sua terra natal, Cuba, mais de cinco décadas depois de ter saído de lá e ter se fixado no Brasil. Este documentário de Evaldo Mocarzel, produzido pelo grupo de teatro Os Satyros, do qual ela participa, acompanha esse retorno e discute a homossexualidade na Cuba contemporânea, fazendo um paralelo com o país pós-Revolução, onde homossexuais eram mandados cortar cana no campos.
 
Ao desembarcar em seu país, Phedra não apenas lida com as memórias afetivas, reencontros, mas com sua própria identidade feminina, que assumiu com pouco mais de 20 anos, quando “abandonou” o Rodolpho que era, já morando no Brasil. A atriz deixou Cuba em 1955, três anos depois veio morar no Brasil, depois de conhecer o produtor e autor de teatro brasileiro Walter Pinto. Assumirá sua nova identidade apenas em 1959 (coincidentemente o ano da Revolução Cubana, que tanto mudou seu país).
 
O longa faz parte de um projeto de Mocarzel que pretende documentar o teatro paulistano em 20 filmes, que começou em 2006, com BR-3, sobre a montagem homônima do Teatro da Vertigem realizada no rio Tietê.
 
Phedra, que mais parece uma personagem almodovariana, merecidamente domina o filme, e, por isso, merecia mais tempo em cena. O documentário levanta uma discussão interessante e importante, mas que, às vezes, parece perder o foco. Quando a atriz volta à frente da câmera, o filme brilha

Alysson Oliveira


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