G.I. Joe: Retaliação

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Sinopse

Com Cobra, apesar de preso, tentando dominar o mundo, os Joes precisam procurar o criador do esquadrão para evitar que uma guerra nuclear seja deflagrada. Enquanto isso, o presidente dos EUA é sequestrado e um outro sujeito toma o seu lugar.


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Crítica Cineweb

25/03/2013

Chame da forma que preferir – Falcon, Comandos em Ação, ou o atualmente oficial, G. I. Joe. Mas o filme G. I Joe – Retaliação, protagonizado por personagens inspirados nos bonecos que fizeram a alegria de muitos meninos desde os anos de 1960, não faz o menor sentido, assim como o anterior, “G. I. Joe – A origem de Cobra” (2009). A trama é uma mera desculpa para explosões, perseguições e uma boa dose daquela velha ideologia da supremacia americana que o gênero tanta gosta de vender.  
 
Novamente, os Joes lutam contra Zartan (Arnold Vosloo), que tem uma tecnologia capaz de transformar sua face de modo que ele tenha as feições que quiser. Desta vez, ele sequestra o presidente dos EUA (Jonathan Pryce), tomando o seu lugar sem que ninguém desconfie. Seu plano é acabar com o esquadrão e dominar o mundo – o sonho básico de qualquer malfeitor que se preze.
 
Depois de uma emboscada, quando praticamente toda a equipe morre – incluindo o protagonista do primeiro filme (Channing Tatum) –, os três sobreviventes se passam por mortos. Eles são Roadblock (Dwayne Johnson), Jaye (Adrianne Palicki) e Flint (D.J. Cotrona). Para lutar contra o inimigo e defender a pátria, o trio procura o General Joe Colton (Bruce Willis), idealizador dos G. I. Joes.
 
Já o próprio Cobra está mantido dentro de um tanque numa prisão de segurança máxima debaixo da terra. A chegada de Storm Shadow (Byung-hun Lee) traz uma reviravolta à trama. O personagem é o nêmesis de Snake Eyes (Ray Park). Um flashback, que faz lembrar um momento de Kill Bill – Volume 1, dá conta do passado da dupla.  
 
Algumas poucas explicações servem para dizer a que os personagens vieram, mas, fora isso, G. I. Joe – Retaliação se concentra em suas explosões e perseguições. A subtrama envolvendo ogivas nucleares só parece existir para os Estados Unidos salvar o mundo, como se o restante do planeta fosse o quintal deles.
 
Dirigido por Jon M. Chu (Justin Bieber: Never say never) é um passo além dos filmes baseados em jogos de videogame, ao inspirar-se num bonequinho de brinquedo – o que prova não haver limites para Hollywood. O que faltaria fazer agora?

Alysson Oliveira


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