Dezesseis Luas

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Sinopse

Quando Lena muda para sua cidade, Ethan percebe que ela é especial. Logo descobre que se trata de uma bruxa. Ainda assim, acabam se apaixonando e deverão lutar contra as forças do mal que clamam por ela.


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Crítica Cineweb

26/02/2013

Se cinema fosse uma equação matemática, Dezesseis Luas poderia ser descrito assim: Crepúsculo mais ... E o vento levou multiplicado por Carrie, A estranha. Apesar de sua inegável estranheza, o romance juvenil sobrevive com mais sagacidade e menos tédio do que a milionária trilogia dos vampiros.
 
Baseado numa série de livros – até agora são quatro – escritos por Kami Garcia e Margaret Stohl, Dezesseis Luas é o que Crepúsculo seria se tivesse uma produção mais caprichada e coadjuvantes talentosos para cercar o casal de protagonistas. Aqui, Emma Thompson, Jeremy Irons e Viola Davis são responsáveis pelos melhores momentos do longa, protagonizado por Alden Ehrenreich (Tetro) e Alice Englert.
 
Numa pequena cidade, Ethan (Ehrenreich) cuida do pai, que caiu em depressão depois da morte da mãe. O rapaz espera terminar o colegial para ir estudar numa universidade bem longe. A chegada de Lena Duchannes (Alice) representa uma mudança. Ela é estranha, mora na casa de um tio ricaço excêntrico que vive isolado da cidade, Macon Ravenwood (Irons), que também tem fama de bruxo. Isso não ajuda em nada ela a fazer amigos – pelo contrário, acaba bastante rejeitada na escola.
 
Logo que Ethan se apaixona por ela, a garota revela que é bruxa – ou, como prefere dizer, “conjuradora”. Com a aproximação de seu 16º aniversário, a menina irá descobrir se é do lado da magia negra ou da magia do bem. Enquanto isso, porém, precisa enfrentar a escola, onde é hostilizada até ter um ataque à la Carrie – mas mais ameno – e quebrar as vidraças com a força do seu pensamento.
 
Emma Thompson faz o melhor personagem no filme: uma carola que pretende expulsar Lena da cidade. Porém, numa reunião, na igreja local, quando discutem o destino de Lena, o recluso Macon resolve aparecer, e, só para ele, ela revela sua verdadeira identidade: Sarafine, a mãe de Lena, que veio clamar a filha para o lado negro da força.
O filme sabe aproveitar bem a mitologia que se criou na região sul dos EUA por conta da Guerra Civil. O clímax, por exemplo, é um trabalho escolar que consiste numa encenação do conflito – com os meninos devidamente vestidos de soldados e as garotas, de “Southern belle”. Uma atmosfera que faz lembrar o clima de ...E o vento levou.
 
Dirigido por Richard LaGravenese (P. S. Eu te amo), Dezesseis luas é um romance juvenil, mas consegue se elevar um tantinho acima dos outros no gênero – especialmente por saber equilibrar a história de amor com o pano de fundo da feitiçaria e a disputa por Lena. Fora isso, o diretor sabe introduzir momentos engraçado, e, por isso, passa longe do mar de sofrimento romântico-juvenil de Crepúsculo.

Alysson Oliveira


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Comentários:
  • 13/03/2013 - 13h21 - Por nizia adoro esse filme e recomendo!!!!
  • 24/03/2013 - 12h39 - Por thays Aff por favor né,vcs nao sab3m fazer uma critica falando bem sem por em exemplo e falando mau de outros filmes não? 16 luas e um grande filme mas passa longe de crepusculo,agr não precisa acabar com um pra fazer o sucesso de outroe sim fazer vc sen escrever um livro ou dirigir um filme melho q ambos
  • 26/06/2013 - 06h37 - Por Magda amei o filme vcs estão de parabéns vi ontem e olha a parte da igreja do desapego as coisas matérias e pessoais sermão do padre ou pastor arrazou
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