Duro de matar - um bom dia para morrer

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Sinopse

Tal pai, tal filho. Jack McClane, filho do policial John McClane, é um agente da CIA, como o pai, dono de seu nariz e não dando bola para ninguém. Mas, numa missão em Moscou, envolvendo armas atômicas, ele vai precisar de uma mãozinho do papai veterano.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

21/02/2013

Quando estreou o quarto filme da franquia em 2007 (Duro de Matar 4.0), não foram poucas as vozes a louvar o ator Bruce Willis pelo retorno do personagem (depois de 12 anos) que o fez ser um astro. Destemperado e irônico, o policial John McClane estava, sim, um tanto envelhecido como o próprio ator (então com 52 anos), mas nem por isso menos cáustico ou diligente na hora de mandar tudo e todos pelos ares.
 
Bem recebido pelo público (US$ 383 milhões em bilheteria), o filme fez sucesso porque, se de um lado diverte pela personalidade de McClane (emprestada pelo próprio ator), entretém pela qualidade e engenhosidade dos efeitos especiais e cenas de ação. Atirar uma viatura policial para explodir um helicóptero é apenas um dos delírios do roteiro.
 
Nesse sentido, a recente estreia do quinto filme da franquia, Duro De Matar – Um Bom Dia para Morrer, que chega às telas - pela primeira vez - também em versão IMAX, não traz muita novidade. A não ser, é claro, pela idade, esta incansável inimiga do condicionamento físico, ao tornar o policial mais ranzinza do que extrovertido.
 
Desta vez, McClane vai procurar seu filho Jack McClane (Jai Courtney, da série de TV Spartacus – Sangue e Areia), que está preso na Rússia, acusado de matar um homem a mando de um bilionário de lá, Komarov (Sebastian Koch, de A Vida dos Outros), que também está atrás das grades. O homicídio é um tanto nebuloso, pois envolve um político corrupto, Chagarin (Sergei Kolesnikov, de Almas à Venda), que, por sua vez, quer dar um fim em Komarov.

Quando um atentado ocorre durante o julgamento do bilionário, Jack o salva, revelando-se um espião americano de olho nas possíveis provas que ele tem contra Chagarin. Faltou avisar seu pai, John, que atrapalha o resgate e depois deve ajudar o filho em sua missão, que envolve até material radioativo de Chernobyl (Ucrânia).  

Com boas, embora previsíveis para os mais atentos, reviravoltas na trama, o filme é mais do mesmo, o que não é necessariamente algo ruim. Mantém a qualidade da franquia, com excelente produção, embora se enrole um pouco com a história em si, a mais fraca da série.
 
Não deixa de ser curiosa a sensação de auto-homenagem passada pelo filme nos diálogos. John McClane não está ali para fazer amigos, ter questionamentos morais ou fazer justiça. Como o próprio filho diz a ele: “Matar os caras maus, esse é o seu trabalho”. E John o faz, mostrando que domina seu ofício, ainda melhor que a nova geração, e sai consagrado como herói, tal como há 25 anos. 

Rodrigo Zavala


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Comentários:
  • 23/02/2013 - 14h59 - Por sofia muitooooooo bommmmm
  • 23/02/2013 - 20h20 - Por Tamires Adorei muito bom...
  • 23/02/2013 - 23h41 - Por bruna so o clip eu já achei irrado...adoro filmes de ação,muito bom.
  • 24/02/2013 - 10h37 - Por vera lucia de almeida gostaria de assistir o filme duro de matar5 estou gostando de participar destes eventos obrigado vera
  • 11/03/2013 - 00h30 - Por Alexandre Magalhães Forte candidato ao pior filme do ano. Realmente o filme não é ruim. É péssimo.
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