Cirque du Soleil: Outros Mundos

Ficha técnica

  • Nome: Cirque du Soleil: Outros Mundos
  • Nome Original: Cirque du Soleil: Worlds Away
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: EUA
  • Ano de produção: 2012
  • Gênero: Faroeste
  • Duração: 91 min
  • Classificação: Livre
  • Direção: Andrew Adamson
  • Elenco: Erica Linz, Igor Zaripov

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Sinopse

Uma moça entra num circo porque se encanta com o trapezista. Quando esse cai durante um número, e é engolido por outra dimensão, ela o segue. Nesse outro mundo de seres fantásticos, ela tem a chance e ver e participar de momentos de sete espetáculos do Cirque du Soleil.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

20/02/2013

Cirque du Soleil: Outros mundos não é bem um filme, está mais para um comercial de 90 minutos, que parece combinar espetáculos cafonas da Broadway com shows de gosto duvidoso de Las Vegas. O resultado é um emaranhado de extravagâncias com piruetas, barulhos e cores – amarrados por uma história à la Alice no País das Maravilhas, sobre uma moça que cai num buraco dentro de um circo convencional e vai parar num outro mundo.
 
Criado no Canadá em meados dos anos de 1980, o ‘circo’ já perdeu um pouco de seu status de novidade, e, a julgar pelo filme, parece funcionar em piloto automático. Em Outros Mundos, vemos um pouco de quase tudo que eles têm a oferecer, e, curiosamente, a parte final parece muito com cenas do longa “Across the universe”, não apenas porque traz trilha dos Beatles.
 
Produzido por James Cameron, e dirigido por Andrew Adamson, do primeiro Shrek, o longa traz cenas dos sete espetáculos do Cirque que estavam em cartaz em Las Vegas quando o longa foi rodado, o que, obviamente, faz mais parecer um catálogo do que uma obra concisa.
 
Para amarrar temas como Elvis e Beatles, a desculpa de história é de uma moça (Erica Linz) que entra num circo convencional, onde se encanta por um trapezista (Igor Zaripov) que após sofrer uma queda, é engolido por um buraco que se abre no chão e vai parar num mundo fantástico. A garota vai atrás dele, e em meio a seres mágicos, acrobacias, plumas e paetês procurar pelo seu novo amor.  
 
Se, por um lado, o 3D é eficiente – Cameron como produtor foi um ponto positivo –, por outro, o uso de imagens lentas e ângulos muito próximos da ação acabam sendo frustrantes, uma vez que mais atrapalham do que ajudam na beleza do visual que pretende captar.

Alysson Oliveira


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Comentários:
  • 23/02/2013 - 18h51 - Por josé bezerra tudo q o circo faz e de melhor e bonito encantador desde as crianças ate os idosos
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