Branca de Neve e o Caçador

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Sinopse

Depois de matar seu marido, a Rainha Má prende sua enteada num calabouço e passa a sugar a beleza de jovens para continuar linda. Quando Branca de Neve consegue escapar, sua madrasta manda um Caçador à sua procura.


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Crítica Cineweb

29/05/2012

Há algo de estranho no reino da fantasia quando Kristen Stewart é mais bela que Charlize Theron. A Bella de Crepúsculo é a protagonista de Branca de Neve e o Caçador, uma releitura do conto de fadas infantil e que também junta elementos de O Senhor dos Anéis e da figura de Joana D’Arc. Combinações que não dão muito certo, apesar do visual forte.
Kristen é uma princesa cujo pai (Noah Huntley) é assassinado na noite de núpcias por sua segunda mulher, Ravenna (Charlize). Esta assume o reino e prende a verdadeira herdeira para tomar-lhe a beleza. Além de má, a nova rainha também tem poderes. Um pouco de psicologia de almanaque serve para explicar sua obsessão com beleza e juventude. Ravenna tem um irmão, Finn (Sam Spruell), e a relação dos dois é muito estranha.
A bela princesa fica presa por uma década, enquanto a rainha suga a beleza de outras jovenzinhas. Quando, finalmente, consegue fugir, tenta buscar abrigo no castelo de um duque, pai de William (Sam Claflin), seu namoradinho de infância. Enquanto isso, Ravenna chama um caçador (Chris Hemsworth), que virou beberrão depois da morte da mulher, que deverá procurar Branca de Neve na Floresta Negra, onde os medos das pessoas dão força ao que há de mal ali.
Branca de Neve e o caçador fazem um acordo para destruir a Rainha má, e acabam encontrando sete anões (interpretados por atores como Ian McShane, Ray Winstone e Bob Hoskins, cujas estaturas foram digitalmente modificadas), que irão ajudá-los na empreitada. Antes disso, fazem um pit stop na terra das fadas, onde descobrirão alguns segredos sobre o destino de Branca.
O desenrolar da trama é mais do que conhecido – e se alguém não se lembra, recentemente Espelho, espelho meu tratou de refrescar-lhe a memória. Sem muito para inventar na história, o diretor estreante Rupert Sanders tenta compensar no visual, mas falta-lhe originalidade. No final, essa nova versão do conto clássico parece um amálgama de outros filmes de sucesso.
Talvez seja uma opção do diretor, ou Kristen é incapaz de mostrar outras expressões faciais que não a mesma cara apática de Bella, de Crepúsculo. Assim, fica muito mais fácil para a ex-modelo Charlize mostrar que tem mais talento e beleza – embora, por algum paradoxo de seleção de elenco, temos de acreditar que Ravenna deseja roubar a beleza de Branca de Neve. Como se precisasse.

Alysson Oliveira


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