Assalto em Dose Dupla

Ficha técnica


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Locais de filmagem


Sinopse

Agência bancária é assaltada, ao mesmo tempo, por duas gangues muito distintas. Caberá a um cliente meio desequilibrado salvar a vida de todos – especialmente de uma funcionária por quem ele é apaixonado.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

24/11/2011

Assalto em dose dupla é vendido como uma comédia de ação escrita pelos roteiristas de Se beber, não case (do 1 e do 2), Jon Lucas e Scott Moore. Por isso, tenta-se vendê-lo como algo na mesma linha, o que se revela enganoso. A direção é Rob Minkoff que tem em seu currículo as animações O Rei Leão e O Pequeno Stuart Little.
A trama gira em torno de um assalto duplo ao mesmo banco, onde trabalha Kaitlin (Ashley Judd, de Winter, o golfinho), que está prestes a se casar com um ricaço e abandonar o emprego. O primeiro bando de assaltantes é composto por ases da tecnologia e do planejamento (Mekhi Phifer, Matt Ryan, John Ventimiglia). Já o segundo time é formado por dois caipiras sem qualquer noção de como agir (Tim Blake Nelson e Pruitt Taylor Vince).
Também está na agência Tripp (Patrick Dempsey, que viveu dias melhores como galã juvenil nos anos de 1980 em filmes como Namorada de aluguel e Loverboy – Garoto de Programa). Além de ser muito esperto e ter uma inteligência especial para números, ele tem alguns tiques nervosos, como falar sem parar quando se sente sob pressão - o que os roteiristas devem achar muito engraçado. 
Os funcionários do banco e os poucos clientes são tomados como reféns, mas, para a sorte deles, Tripp está lá e toma a dianteira com um plano para salvá-los. O que é um alívio, pois se fossem esperar a polícia, o filme seria mais longo. Segue-se, então, a cartilha do subgênero “assalto descolado”, com os clichês e desdobramentos previsíveis.
A química entre Dempsey (que também é creditado como produtor do longa) e Ashley é quase inexistente. Por isso, soa estranho quando eles engatam um suposto romance em meio a tiroteios e disputa entre assaltantes. Talvez o ator tenha visto no filme a possibilidade de fugir do purgatório das comédias românticas em que sua carreira se transformou (Idas e vindas do amor, O melhor amigo da noiva, Doce lar), mas não foi desta vez. Os anos de 1980 não voltam.

Alysson Oliveira


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