Happy Feet 2: O Pinguim

Ficha técnica


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Locais de filmagem


Sinopse

O pequeno pinguim Erik, filho de Mano, não consegue se adaptar às coreografias de sua dança. Seu pai tenta o ajudar, mas um acidente ecológico envolvendo uma geleira coloca em risco a vida de todo o grupo.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

24/11/2011

A animação Happy Feet 2: O Pinguim segue a mesma fórmula do filme original de 2006, no qual o protagonista Mano precisava aprender a sapatear. Aqui, é o filho dele, o pequeno Erik, que tem fobia das dancinhas do seu grupo, e é incapaz de se adequar a uma coreografia. E qual a diferença entre uma coisa e outra? Em 100 minutos de filme, que circula somente em cópias dubladas, isso não fica muito claro. A maior ambição recai sobre o visual 3D.
Esse bem-explorado visual 3D é a grande (senão a única) justificativa da existência do filme. O colorido, os detalhes da paisagem gélida da Antártida  e do oceano tentam compensar a falta de imaginação da narrativa, altamente previsível. Assim,  o diretor George Miller (Babe, o porquinho atrapalhado) até consegue varrer para debaixo do tapete de gelo a deficiência do roteiro.
Happy Feet 2: o Pinguim apóia-se aquele alicerce básico que sustenta a maioria dos filmes infantis: seja você mesmo e será feliz. Nada contra essa máxima, até porque faz certo sentido. Mas bem que se poderia procurar algo mais criativo para se dizer às crianças ou uma forma melhor, mais sutil, de transmitir essa mesma mensagem. Não é apenas o pequeno Erik (Yago Machado, na versão brasileira/ Ava Acres, na versão original), que descobre a si mesmo. O próprio pai, Mano (Daniel de Oliveira/Elijah Wood), e o krill Will (Sérgio Stern/Brad Pitt), também descobrem. No fundo, o filme é uma sessão coletiva de autodescoberta e aceitação numa embalagem fofinha.
Erik e uma dupla de amigos vão atrás do pinguim latino Ramon (Guilherme Briggs/Robin Williams) e conhecem um pinguim capaz de voar. Quando um acidente ecológico deixa isolada toda a turma de pinguins imperadores, o pequenino, seus amigos e seu pai é que tentarão salvá-los. É uma trama um tanto deslocada, que aparece do meio para o final do filme para enriquecer um pouco a trama. Contam também com a ajuda do pinguim-guru Amoroso (Sidney Magal/Robin Williams, novamente).
A dupla de krills é o detalhe de maior graça e originalidade do longa. Talvez merecessem um filme só deles, retratando como um ser na base da cadeia alimentar se esforça para se tornar um predador assustador.  A exibição em 3D, aliás, ajuda a dar uma grandiosidade à dupla, transformando os minúsculos invertebrados em seres gigantescos e interessantes.

Alysson Oliveira


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Comentários:
  • 01/12/2011 - 01h06 - Por Gabriel Moraes Apesar de não ser tão bom quanto seu antecessor,ainda é divertido.
  • 05/12/2011 - 18h31 - Por maria oi achei muito legal ja v um mote de vese parabns
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