Kate & Leopold

Ficha técnica

  • Nome: Kate & Leopold
  • Nome Original: Kate & Leopold
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: EUA
  • Ano de produção: 2001
  • Gênero: Romance
  • Duração: 121 min
  • Classificação: Livre
  • Direção:
  • Elenco:

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Crítica Cineweb

24/02/2003

As solteironas que o digam, mas o "sexo frágil" é maioria quantitativa mesmo nascendo mais homens que mulheres. Cerca de 8% a 9% das brasileiras chegam ao fim da idade fértil sem parceiro. A causa desse infortúnio feminino é que muitos homens morrem ao nascer e, adultos, são vítimas da violência. Kate & Leopold, de James Mangold, teria uma solução que, mesmo insólita, poderia resolver os problemas da humanidade, ou melhor, trazer um pouco mais de alegria a algumas solitárias.

Sabe aquele homem educadíssimo que se levanta quando uma dama deixa a mesa, que fala francês e que cita de cor as obras do Louvre? Esse homem perfeito existe! Ou melhor, existiu. Em 1876, Leopold (Hugh Jackman) era um duque visionário que, apesar de cortejado por todas as donzelas da época, não concebia a idéia de casar-se por dinheiro, apesar das incessantes súplicas do tio (Paxton Whitehead).

Duzentos anos mais tarde, os cavalos e carruagens das ruas de Nova York cederam lugar aos automóveis apressados. Kate McKay (Meg Ryan) é uma mulher desse tempo que trabalha em uma agência de propagadanda, mas que não consegue superar o fim do namoro com o vizinho Stuart (Liev Schreiber). É ele quem descobre um portal no tempo, próximo à ponte do Brooklyn, e que realiza expedições ao século XVIII, nas quais costuma fotografar tudo e todos. Numa dessa viagens, ele desperta a curiosidade de Leopold, que o segue e acaba na Nova York de 2002. Entre as novas descobertas, o gentleman acaba conquistando o coração de Kate.

Kate & Leopold merece simpatia, no mínimo, por Honeysuckle Rose, executada por Django Reinhardt, mas é o tipo do filme para se ir de mãos dadas e dar beijos cúmplices enquanto sobem os créditos. O único problema é que você corre o risco de sua namorada querer que abra a porta do carro ou a carregue nos braço até a cama. Males menores, porque, para tormento das solteironas, príncipes encantados só existem no cinema.

Cineweb-14/6/2002

Luara Oliveira


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