Vida e Obra de Ramiro Miguez

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Crítica Cineweb

22/02/2003

Alvarina Souza Silva, que foi produtora-executiva de filmes como Pequeno Dicionário Amoroso, Dois Perdidos Numa Noite Suja e Quem Matou Pixote, faz sua estréia na direção com Vida e Obra de Ramiro Miguez, que entra em cartaz de forma quase clandestina em uma sala de cinema em São Paulo e outra no Rio. O filme, de baixíssimo orçamento, não foi apresentado à imprensa e as únicas informações disponíveis constam de resumida sinopse fornecida pela diretora.

Com cenas rodadas no Rio de Janeiro, Paris Madri, Lisboa e outras cidades européias, o filme conta a história de um pintor que é encontrado morto com uma arma na mão, no seu modesto ateliê, no bairro da Lapa, no Rio.

Uma pequena nota na página policial de um jornal desencadeia manchetes e mais manchetes e uma comoção nacional. O desconhecido pintor passa do anonimato total a ocupar espaços importantes no noticiário sensacionalista de jornais e emissoras de rádio e TV. A vida da vítima é colocada no ar em horário nobre.

No início da cobertura, ele é apresentado como um herói, um artista que não teve reconhecimento em vida. Mas, quando começa a cair a audiência, passa a ser pintado como um canalha, pai desalmado que abandona os filhos, playboy, homossexual, jogador.

A direção de fotografia é do competente Dib Luft, com trilha sonora do tangueiro argentino Blas Rivera, incluindo oito músicas cedidas por Chico Buarque.

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