Caçador de recompensas

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Sinopse

Um ex-policial caçador de recompensas tem um novo trabalho: tirar do mapa sua ex-mulher, uma repórter investigando um assassinato. Mas as coisas se complicam e os dois têm que juntar forças para escapar de muitas roubadas.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

09/04/2010

Raramente há novidades no gênero comédia romântica. O espectador, que já conhece o casal protagonista, tem como certo o desfecho, independentemente de qual seja a história. Então, qual pode ser a atração de uma história cujo fim já está posto à mesa?
 
Em Caçador de Recompensas, é difícil negar que a resposta seja a empatia da dupla protagonista Jennifer Aniston (a, ainda, eterna Friends) e Gerald Butler (de 300). Eles dão voz e formato ao roteiro de Sarah Thorp (de A Marca), em uma produção frouxa e irregular de Andy Tennant (de Hitch - Conselheiro Amoroso e Doce Lar).  
 
Na trama, Nicole (Aniston) será presa a menos que compareça ao tribunal. Repórter ciosa de seu ofício, ela prefere seguir os palpites de sua fonte ao invés de enfrentar o júri. Melhor para Milo (Butler), ex-policial e, aqui, caçador de recompensas, que vê uma oportunidade de entregar sua ex para a polícia e receber uma polpuda compensação.

No entanto, o crime que Nicole investiga tem como participantes os antigos colegas de polícia de Milo – o que ele ignora. Como complicador, ele ainda é cercado por capangas de agiotas, a quem deve uma pequena fortuna, que não diferenciam Nicole de seus negócios.
 
Sobram na tela as divertidas peripécias enfrentadas pela dupla de protagonistas, com piadas que unicamente dependem da química – que é vigorosa – entre os atores, Aniston e Butler. Eles conseguem superar o roteiro e dar vida aos seus personagens, apesar das limitações dramáticas de ambos.
 
Não deixa de ser curiosa a trilha sonora da produção, com canções de Ke$ha (sim, é assim mesmo que se escreve), com uma assertiva tônica adolescente. Embora comédias românticas sejam universais, esta, por exemplo, deve ser recomendada a um público específico: os fãs dos protagonistas. Sem eles, não haveria história e. claro, interesse.

Rodrigo Zavala


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