RocknRolla - A Grande Roubada

Ficha técnica


Avaliação do leitor

PéssimoRuimRegularBomÓtimo 0 votos

Vote aqui


País


Sinopse

Mafioso russo alia-se ao chefão das trapaças imobiliárias em Londres. Mas o dinheiro que selaria o negócio é roubado. Dois vigaristas, uma contadora e um roqueiro tido como morto podem ter algo a ver com tudo isso.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

30/10/2008

Guy Ritchie recupera um pouco do velho charminho de seus primeiros filmes, Jogos Trapaças e Dois Canos Fumegantes (98) e Snatch – Porcos e Diamantes (2000), nesta história de sua autoria, em que mais uma vez explora os interesses contrariados de vários personagens do submundo.

Uma nova sociedade está se formando no mundo do crime entre um mafioso russo (Karel Roden) e o inglês que comanda o lucrativo ambiente das trapaças imobiliárias, Lenny Cole (Tom Wilkinson). Para selar a nova amizade, o russo inclusive empresta a Cole um quadro de estimação para pendurar em seu escritório. Certamente, ele vai sumir, assim como os milhões de libras que assegurariam a nova sociedade.

Mantendo acesa esta lógica do “ladrão que rouba ladrão”, Ritchie mantém o interesse num grupo de personagens tão dúbios quanto os chefões. Eles são Stella (Thandie Newton), a contadora de confiança do russo, que encomendou o grande assalto ao seu dinheiro a dois malandros, One Two (Gerard Butler) e Mumbles (Idris Elba) que foram ludibriados por Cole mas, mesmo assim, precisam urgentemente de muito dinheiro para pagá-lo. A contadora, claro, garantiu que uma parcela dos milhões de seu patrão tenham vindo parar no seu bolso. E não pretende parar por aí.

O quadro também vai trocando de mãos. As pistas apontam, quem diria, para um roqueiro morto, Johnny Quid (Toby Kebbel), que vem a ser enteado de ninguém menos do que Lenny Cole. Morto mesmo ? Todos estes personagens vão acabar se encontrando, até porque as transações numa Londres em plena expansão imobiliária não podem parar. Não rola tanto sangue quanto se poderia imaginar, mas adrenalina, sim. Nada memorável nem afiado quanto Na Mira do Chefe, Rock’n’Rolla..., mesmo assim, é divertido – ainda que descartável.

Neusa Barbosa


Deixe seu comentário:

Imagem de segurança