Ensinando a Viver

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Sinopse

David (John Cusack) escreve ficção científica e há pouco perdeu a mulher e se sente só. Ele acaba adotando Dennis, um menino que diz ter vindo de Marte para estudar os terráqueos. Os dois terão muito a ensinar um ao outro.


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Crítica Cineweb

21/05/2008

O melodrama Ensinando a Viver se entrega logo de cara com esse título que ganhou no Brasil. É um daqueles filmes sobre pessoas reaprendendo a magia da vida, ao lado de personagens fora do comum. No caso deste longa, a expressão funciona nos dois sentidos, pois os dois personagens centrais precisam descobrir a alegria da vida.

O título original, além de mais charmoso era menos óbvio. The Martian Child, ou O Menino Marciano, se refere ao pequeno Dennis (Bobby Coleman) que diz ter sido enviado de Marte para a Terra a fim de estudar o modo de vida terráqueo para ensinar aos seus colegas de planeta.

Morando num orfanato, ele ‘vive’ dentro de uma caixa, literalmente. Mas o escritor de ficção científica David (John Cusack, de Alta Fidelidade) está sozinho depois da morte de sua mulher, e acredita que possa ensinar algumas coisas ao garoto e aprender algo com o pequeno marciano. Ele não poderia estar mais correto.

O problema de Ensinando a Viver ser um filme previsível vem do fato que o diretor Menno Meyjes não desviar de nenhum clichê visual ou narrativo que o gênero possa lhe proporcionar, procurando provocar lágrimas e risos nos espectadores à força.

Aos poucos, David reaprende a alegria de viver ao entrar no mundo do faz-de-conta do pequeno Dennis. O escritor chega até acreditar que a história do garoto ser marciano é verdadeira – mas isso não o impede de tentar humanizá-lo.

A trama lembra bastante um filme de 2001 chamado K-Pax – O Caminho da Luz, na qual Kevin Spacey dizia ser um alienígena e abalava a vida de um psiquiatra e de sua família. “Ensinando a Viver” segue a mesma linha, sem tanto falatório pseudo-filosófico, mas cheio de boa vontade.

Nos minutos finais, Ensinando a Viver recorre à psicologia para explicar o comportamento do garoto – o que não deixa de acrescentar mais um clichê comum a este tipo de história. Outro deles é Joan Cusack (Amigas Com Dinheiro) como o alívio cômico do filme e fazendo papel de irmã de John Cusack.

Alysson Oliveira


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Comentários:
  • 04/09/2010 - 15h10 - Por rosenilda da silva rua Pois eu amei esse filme.
    É sensível e mostra como um adulto pode modificar a vida e o futuro de uma criança que sofreu(por ser sensível além da conta) o abandono. Só quem tem sensibilidade pode entrar no filme e entender a msgm do autor.kvhk
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