Charlotte Gray - Uma Paixão Sem Fronteiras

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Crítica Cineweb

07/02/2003

Há uma infinidade de filmes sobre histórias de amor ambientadas durante a II Guerra Mundial. Mais um representante desse gênero chega aos cinemas sem nenhum grande atrativo a não ser as já conhecidas crianças judias perseguidas por nazistas ou os pilotos de guerra desaparecidos em combate.

Londres, 1942. A jovem escocesa Charlotte Gray (Cate Blanchett) é abordada por um homem, durante uma viagem de trem, em busca de voluntários para lutar ao lado da Resistência Francesa. O que parece inviável para a moça transforma-se na única maneira de reencontrar o namorado e piloto (Rupert Penry-Jones) enviado à França. Depois de exaustivos treinamentos, Charlotte recebe o codinome de Dominique e a primeira missão: transportar válvulas de rádio para o sul do país e entregá-las a Julien Levade (Billy Crudup), líder da Resistência local.

Para evitar suspeitas, enquanto permanece no pequeno vilarejo, a bela jovem trabalha na casa do pai de Julien (Michael Gambon), um homem severo mas generoso que abriga duas crianças judias cujos pais foram levado pelos nazistas. Entre atentados terroristas e afazeres domésticos, Charlotte testemunha a tomada da França pela Gestapo e suas conseqüências para toda a população francesa.

A bela fotografia de Charlotte Gray - Uma Paixão sem Fronteiras não encobre problemas nas cenas ambientadas na França - diga-se de passagem, mais da metade do filme - nas quais o inglês passou a ser a única língua falada, mesmo entre os habitantes locais. Soa inverossímil e torna banal o esforço da personagem em se fazer passar por francesa.

Luara Oliveira


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