República do Amor

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País


Sinopse

Baseado no livro de Carol Shields, República do Amor conta a história de Tom, um radialista que após três casamentos fracassados, encontra Fay, uma pesquisadores que escreve uma tese sobre sereias. Os dois se apaixonam, mas ela espera tem um casamento tão perfeito quanto o dos pais dela.


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Crítica Cineweb

27/07/2005

Em República do Amor, a diretora indiana radicada no Canadá Deepa Mehta (Camilla) tem a clara intenção de mais provar uma tese do que contar uma história. Não fosse essa tal tese um tanto quanto sem nexo, o filme talvez até gerasse algum interesse, mas da forma como é torna-se um excelente sonífero ou motivo para usar do fast-forward do aparelho de DVD.

Vagamente baseado no livro homônimo de Carol Shields, o roteiro deste longa pretende provar que a localização geográfica de uma pessoa influencia nas suas escolhas amorosas. Parece algo bobo, e é. Tom (Bruce Greenwood) é um locutor de rádio que faz o horário da madrugada, ouvindo corações solitários em busca de um amor. Ele mesmo é um solitário que já casou diversas vezes e nunca foi feliz. Na outra ponta da história está Fay (Emilia Fox), uma pesquisadora que escreve uma tese sobre sereias e que anda cansada do namoro que caiu na rotina.

Apesar de morar no mesmo prédio em Toronto, nunca se encontram. Eles vão se conhecer por amigos em comum numa festa de Halloween nunca escola infantil. Parece que finalmente, após muitos romances frustrados e corações partidos, a dupla ganhou seu próprio conto de fadas. Tudo isso porque moram no mesmo prédio.

Porém, o casamento perfeito dos pais de Fay é o que mais a intimida. No fundo ela sabe que é complicado e trabalhoso demais ter um casamento tão sem problemas como o deles. E isso é o que poderá colocar em risco o romance com Tom.

Pouco aproveitado no cinema americano e servindo de coadjuvante de luxo em filmes como Destino Insólito e Risco Duplo, Greenwood não desperdiça essa chance de protagonizar um longa – talvez isso seja conseqüência de ser um dos produtores do filme. E é inegável que exista uma interatividade entre ele e Emilia. No entanto, a direção pesada e a cafonice visual do filme acabam deixando os atores em segundo plano.

Lançado diretamente em DVD no Brasil, e depois de assistir ao filme dá para entender o porquê.

Alysson Oliveira


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