O diretor iraniano Mohsen Makhmalbaf recebeu o prêmio Humanidade Leon Cakoff, da 35ª Mostra, e criticou as prisões de cineastas e outros artistas no Irã (
foto de Aline Arruda).
Drama político da diretora paulista foi o grande vencedor, conquistando seis prêmios, inclusive o principal, melhor filme, que dá direito também à maior premiação em dinheiro, R$ 250.000. “Hoje” também levou os troféus de melhor direção de arte, fotografia, roteiro, melhor atriz (Denise Fraga) e melhor longa para a crítica.
Concorrente russo era o grande favorito entre os críticos em Veneza. "Carnage", de Polanski, foi solenemente ignorado.
O documentário "Uma Longa Viagem", de Lúcia Murat, foi o grande vencedor do Festival de Gramado, levando cinco prêmios – filme, ator (Caio Blat), juri popular e dois prêmios do juri dos Estudantes (filme e direção de arte). "Riscado", do carioca Gustavo Pizzi, também ganhou cinco Kikitos.
Alysson Oliveira, de Paulínia
O filme de Claudio Assis ganhou oito troféus, incluindo o de melhor filme, ator, atriz e o prêmio da crítica. "O Palhaço", de Selton Mello, foi eleito o melhor diretor.
Favorito desde o começo, o novo filme do bissexto e talentoso Terrence Malick, com Sean Penn e Brad Pitt, cheio de ambições filosóficas e belas imagens, vence o prêmio maior do festival de Cannes.
O filme de Toni Venturi, "Estamos Juntos", conquistou sete prêmios, incluindo os de maior prestígio: filme e direção.
O filme "Dois Tempos", de Arthur Fontes e Dorrit Harazim, foi o vencedor da Competição Brasileira de Médias e Longas do Festival É Tudo Verdade. Na competição brasileira de curtas o vencedor foi A Poeira e o Vento, de Marcos Pimentel.
O filme "Nader and Simin – A separation", dirigido por Asghar Farhadi, foi o grande vencedor do 61° Festival de Berlim. Apesar de não ter deixado dúvidas de que certamente ele seria premiado,as honras dadas ao filme servem também como um protesto em relação à ausência de Jafar Panahi no júri do festival, impedido de deixar o Irã pelo regime dos aiatolás.
Misto de documentário e ficção, o filme do estreante Sérgio Borges venceu os cobiçados prêmios de melhor filme e direção - e materializou a discussão sobre a validade da diferenciação dos gêneros cinematográficos, sem expor totalmente a fronteira de suas verdades e mentiras.
omo é tradicional, o público terá mais três dias para acompanhar a programação da Mostra, com a repescagem de alguns filmes que será realizada no Cinesesc, Cine Livraria Cultura 1 e Cinemateca – Sala BNDES. A programação extra pode ser vista até domingo (7).
Nessa programação, serão exibidos alguns filmes que tiveram suas primeiras sessões canceladas por problemas operacionais, como o americano Howl, o dinamarquês Submarino e o francês A Vala.
Tarantino foi grato aos amigos e premiou o cinema independente dos EUA: Sofia Coppola e o veterano Monte Hellman.
“Bróder”, de Jeferson De, foi o grande vencedor do 38o Festival de Gramado, levando três troféus: melhor filme, diretor e ator (Caio Blat). Blat, que está filmando “Xingu” na Amazônia com Cao Hamburger, veio especialmente para Gramado e fez o agradecimento mais emocionado da noite.
"Cinco vezes favela - agora por nós mesmos" conquistou sete prêmios, incluindo o de melhor filme.
Apichatpong Weerasethakul venceu o prêmio principal em Cannes com seu "Uncle Boome who can recall his past lives", uma fantasia muito livre.
Levou oito prêmios no festival pernambucano, inclusive melhor filme e direção, o filme paulista "As melhores coisas do mundo", de Laís Bodanzky. Uma vitória merecida, de um filme muito superior aos demais concorrentes.
O diretor turco Kaplanoglu consagrou-se no 60° Festival de Berlim ao receber o Urso de Ouro pelo filme "Honey". Esta premiação permite fazer um paralelo com o prêmio concedido a "Central do Brasil", em 1998, já que, em ambos os casos, um dos elementos essenciais da narrativa é o carisma envolvente dos personagens infantis.
O drama de guerra "Lebanon", do estreante israelense Samuel Maoz, venceu o Leão de Ouro do Festival de Veneza. O filme retrata a situação de três soldados israelenses confinados a um tanque, durante a guerra do Líbano de 1982. O filme foi produzido por Israel, França e Alemanha.